【terror de regras + sem romance + protagonista feminina forte + fluxo infinito】 O sinistro despertou, Lu Xichen morreu miseravelmente e renasceu em outro mundo. Quem diria que ela voltaria a encontrar
À meia-noite em ponto, Lu Xichen estava agachada no cruzamento, diante de um pequeno braseiro, e ao lado dele havia uma máquina de imprimir dinheiro.
Era uma máquina de imprimir notas do Banco Céu-Terra.
As cédulas do além que saíam pela máquina eram atiradas por Lu Xichen, com expressão imóvel, diretamente no braseiro.
Todo o processo fluía sem um tropeço; ela parecia uma operária habilidosa, já tão acostumada que até a alma lhe parecia adormecida.
Um homem mais velho, queimando papel ali perto, não conseguiu conter a curiosidade e perguntou:
— Menina, para quem você está queimando isso? E por que comprou até uma máquina dessas...
Lu Xichen ergueu os olhos com calma e explicou:
— Sou órfã. Estou guardando para usar no outro mundo.
A resposta lhe fechou a boca na hora. O homem lançou-lhe um olhar sem palavras, terminou de queimar o que tinha diante de si e foi embora imediatamente.
Antes de sair, ainda resmungou:
— Encontrar alguém assim no meio da noite é mesmo mau agouro.
Mau agouro? Sim... um mau agouro terrível...
Mas não havia o que fazer. Era o que as regras determinavam.
Quando viu aquelas instruções, Lu Xichen ainda estava sentada na sala de aula. O sino do fim da aula acabara de tocar, e só ela permanecia ali.
Depois de ler tudo, ela passou a agir sem demora. No caminho para fora da escola, ouviu várias pessoas reunidas, reclamando.
— Que coisa é essa? Só pode ser uma brincadeira de mau gosto.
— Também acho. Desde quando um vivo compra essas coisas para si?
— Se