“Uma vez o corpo morto,” “a alma dificilmente se desfaz,” “sob velas vermelhas e cortinas bordadas,” “desejo conceder o enlace.” “Que a família viva em harmonia e tudo corra bem; que o mundo esteja em
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Inúmeros papéis amarelos de oferenda dançavam no ar, dentro de uma sala ancestral mergulhada na penumbra.
Faixas de seda vermelho-sangue pendiam dos galhos, cobertas por densa teia de aranha.
O trono elevado estava coberto de poeira, e o som estridente do oboé fúnebre se aproximava de longe, cantando não uma música de bodas e alegria... mas um lamento de morte.
No centro da sala ancestral havia uma tabuleta memorial.
Cada traço parecia vertido em sangue e trazia gravados os três caracteres de “Shen Nanxi”.
O sangue vivo jorrava, pulsando de cada fresta das letras, tingindo a tabuleta, escorrendo pelo assento, e toda a sala ancestral era enfim soterrada por um mar de sangue...
“Senhorita, o que deseja buscar?”
No alto do Monte Chonghua, a torre erguida no cume rasgava o céu.
O incenso abundante ao redor dissipava o presságio funesto e lhe trazia um conforto tranquilizador.
“Mestre, o senhor precisa me salvar.”
Shen Nanxi fez uma profunda reverência, ajoelhou-se no futon e agarrou com força a mão do abade.
“O que vou lhe dizer talvez pareça incrível... mas acho que fui perseguida por algo impuro.”
A delicada jovem à sua frente proferiu uma frase espantosa.
Ela desamarrou com suavidade o pano branco enrolado no pescoço, revelando o hematoma de um beijo deixado há três dias.
Por alguma razão, a marca não desapareceu como seria normal; ao contrário, escurecia cada vez mais, tornando-se negra aos poucos, a ponto de ela não ousar ver ninguém.
E além disso, o pingente de ja