Tang Três Sepulturas: bando de assaltantes ferozes, vamos crescer e nos fortalecer; primeiro ocupamos a Montanha Espiritual, depois criamos ainda mais glória! Sun, o Executor: Buda, agora quem está s
Na região de Jambudvipa, durante a era Zhenguan da dinastia Tang, no grande salão do palácio imperial.
Naquele instante, Tang Três Sepultamentos sentiu a cabeça girar.
Quando enfim recobrou os sentidos e fixou o olhar, o cenário à sua volta já não era a mesa exalando um perfume apetitoso, mas um vasto salão de antigos contornos, resplandecente em ouro e jade.
Não estava ele bebendo e comendo na panela fervente? Então isso era o quê... embriaguez? Um sonho do sono?
Mas, ao tentar se recompor, percebeu que algo estava errado. Em sonho, como poderia tudo ser tão nítido?
Nítido até o ponto de sentir no traseiro a picada de um mosquito, com dor e coceira tão claras que eram impossíveis de ignorar.
A ambos os lados do salão, oficiais civis e militares alinhavam-se à esquerda e à direita, todos de túnicas vermelhas e chapéus negros, com faixas purpúreas e insígnias de ouro.
Sobre o tapete vermelho ao centro, erguia-se um homem de meia-idade, de semblante severo, com coroa altaneira, vestindo uma túnica amarelo-alaranjada, cingido por um cinturão de jade azul de Lantian e calçando sapatos de fios dourados, sem preocupações.
Era justamente o imperador Taizong da Grande Tang, o soberano Li Shimin.
Li Shimin lançou um olhar confuso aos dois monges sarnentos, um velho e um jovem, e disse:
“Kasaya por cinco mil taéis? Báculo de nove anéis por dois mil? E você diz que só alguém de grande virtude os merece? Talvez apenas o mestre Xuanzang!”
Mal terminou de falar, ecoou de súbito no salão o estalo de uma palma.
Pá!<