[Cultivo em mundo fictício] + [Culinária cotidiana] + [Paraíso isolado] + [Prestígio do sistema] Ao acordar, Jiang Yan se viu transportado para a China antiga, em plena era de guerras e caos. Ao abri
Ai, meu filho tão infeliz, por que você ainda não acordou...
Irmão, mamãe, eu quero meu irmão...
Mamãe, será que o irmão não vai mais acordar? Buááá...
Sons de choro se sucediam junto ao ouvido, e Jiang Yan tinha a mente confusa, sentindo apenas que devia estar sonhando.
Até que uma mulher soltou um choro aflitivo.
— Homem da casa, temo que Da Niu não vá mais despertar. Vá falar com o ancião do clã. Da Niu já tem quinze anos, veio a este mundo para sofrer e, no fim, ao menos devemos lhe dar um enterro decente. Buááá...
Hum?
Jiang Yan, cujo apelido era justamente Da Niu, não pôde deixar de tencionar o corpo.
Aquilo estava com uma aparência estranha demais para um sonho.
— Chega. Não chorem mais. Eu vou agora mesmo falar com o ancião do clã e chamar todo o vilarejo para vir se despedir do meu pobre filho!
Outra voz masculina, abafada pela emoção, soou em seguida; logo vieram os ruídos de uma porta se abrindo e se fechando. Evidentemente, o homem saíra para avisar o tal ancião do clã.
Espera aí...
Então estão querendo chamar o vilarejo inteiro para comer o banquete da minha morte?
— Ahhh!
Jiang Yan não quis continuar naquele devaneio nem por mais um instante. Gritou e se ergueu de um salto na cama.
Ao lado da cama, três pares de olhos — um adulto e dois de crianças — o encaravam fixamente; os rostos dos dois pequenos ainda estavam manchados de lágrimas e ranho.
Jiang Yan ficou atônito. Como assim aquilo não era seu quartinho alugado de quinze metros quadrados?
— Meu filho!<